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Teatro-Cine de Pombal
© Teatro-Cine de Pombal
O Teatro-Cine de Pombal nasce, na primeira metade do século XX, na sequência de um ciclone devastador que terá sido responsável pela derrocada de um teatro que existia ao tempo e que, tudo indica, seria construído em madeira.
Este infortúnio terá levado um grupo de cidadãos a constituir uma sociedade com a finalidade de construir um Teatro-Cine. Depois de vários projetos, executados entre 1938 e 1948, todos de autoria dos arquitetos Camilo e Ernesto Korrodi, procedem, à sua construção na atual praça Comendador Manuel Henriques Júnior, aproveitando para o efeito uma fábrica de blocos aí existente da qual o novo Teatro-Cine terá herdado o mesmo espaço físico e as paredes exteriores laterais.
Resumiu-se o trabalho de construção ao interior, onde se integrou a linguagem oficializada do décor e do mobiliário dos anos 40, e à fachada que é executada em sóbrio Art Déco, tudo dentro de uma filosofia de controlo de despesas, o que motivou a ausência de materiais nobres e constante atrito entre os diferentes tipos de construção tradicional / moderno. Não detendo importância por demais relevante em termos arquitetónicos, representou um valor de grande significância em termos de património sociocultural, fazendo parte da memória coletiva da cidade de Pombal. A sua existência pela glória dos espetáculos que marcaram gerações foi sofrendo, ao longo dos anos, as vicissitudes do tempo.
A Câmara Municipal de Pombal, na reconstrução que se inaugurou a 19 de março de 2002 pretendeu manter viva a memória de várias gerações preservando a arquitetura da fachada e dotando esta sala de espetáculos com as condições técnicas necessárias para as exigências e especificações atuais e futuras com comodidade e segurança.
Direção artística / Programação:
Sónia Fernandes (Direcção Artística)
André Peixoto (Programação)
sonia.fernandes@cm-pombal.pt / andre.peixoto@cm-pombal.pt
Resumiu-se o trabalho de construção ao interior, onde se integrou a linguagem oficializada do décor e do mobiliário dos anos 40, e à fachada que é executada em sóbrio Art Déco, tudo dentro de uma filosofia de controlo de despesas, o que motivou a ausência de materiais nobres e constante atrito entre os diferentes tipos de construção tradicional / moderno. Não detendo importância por demais relevante em termos arquitetónicos, representou um valor de grande significância em termos de património sociocultural, fazendo parte da memória coletiva da cidade de Pombal. A sua existência pela glória dos espetáculos que marcaram gerações foi sofrendo, ao longo dos anos, as vicissitudes do tempo.
A Câmara Municipal de Pombal, na reconstrução que se inaugurou a 19 de março de 2002 pretendeu manter viva a memória de várias gerações preservando a arquitetura da fachada e dotando esta sala de espetáculos com as condições técnicas necessárias para as exigências e especificações atuais e futuras com comodidade e segurança.
Direção artística / Programação:
Sónia Fernandes (Direcção Artística)
André Peixoto (Programação)
sonia.fernandes@cm-pombal.pt / andre.peixoto@cm-pombal.pt
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