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Teatro Municipal Joaquim Benite

Teatro Municipal Joaquim Benite

Fernando e Sérgio Guerra

O Teatro Municipal Joaquim Benite iniciou a sua atividade regular em Setembro de 2006, com o nome de Teatro Municipal de Almada. Desde então tem como companhia residente a Companhia de Teatro de Almada, instalada nesta cidade desde 1978. A Companhia de Teatro de Almada é responsável pela Gestão do equipamento com base num protocolo de Gestão firmado com a Câmara Municipal de Almada.
Pioneira na apresentação de programas regulares, a Companhia de Teatro de Almada tem apresentado anualmente, desde a fundação do TMJB, programações que intercalam as suas criações próprias com o acolhimento de espetáculos de teatro, dança, música e ópera. Em 2021 a programação do TMJB inclui, à imagem das temporadas anteriores, produções do Teatro Nacional D. Maria II, do Teatro Nacional de São João, da Companhia Nacional de Bailado, da Orquestra Gulbenkian e da Orquestra Sinfónica Portuguesa. Também as estruturas de criação teatral independentes privilegiam o TMJB na apresentação das suas produções.
A apresentação de espetáculos para a infância, quinzenalmente, cruza-se com uma atividade regular de serviço educativo que incluiu, entre outras, a organização de vindas coletivas de estudantes ao teatro, a realização de colóquios no teatro e/ou nas escolas com as equipas criativas dos espetáculos, ou a formação de professores em técnicas pedagógicas relacionadas com as artes de palco. 

O Edifício 
Projeto da dupla de arquitetos Manuel Graça Dias e Egas José Vieira, com coordenação de Gonçalo Afonso Dias - 1998/2004, o “Teatro Azul” conta com uma sala principal de 450 lugares, que pode ser seccionada transversalmente para acolher confortavelmente um número menor de espectadores, através de um sistema de cortinas suspensas em varas motorizadas. 
O equipamento dispõe ainda de uma Sala Experimental, de uma Sala de Ensaios que reproduz as dimensões do palco principal dispondo ainda de um pequeno ATL, uma galeria de Exposições e uma Sala de "Café-Concerto” com capacidade para 100 pessoas.
Uma área de cafetaria, com espaço de utilização interior e exterior, bem como um restaurante que, para além de funcionarem em relação direta com a atividade que decorre no Teatro, são espaços de utilização diária, ampliam a relação entre a população e o equipamento.
Nos bastidores desenvolve-se toda a complexa área técnica que comporta, desde os camarins e outras áreas reservadas aos atores, técnicos, bombeiros, à carpintaria e aos enormes armazéns.

A sua conceção, tecnicamente ancorada em assessorias especializadas, como a de Jean Guy Le Cat (encenador de Peter Brook), José Carlos Nascimento (Diretor Técnico do Teatro D. Maria) e especialista em "desenho de luz", e Joaquim Benite (então Diretor da Companhia de Teatro de Almada), fez com que este seja um dos palcos mais funcionais e flexíveis dos teatros modernos desta escala, em Portugal.

Próximo equipamento

Teatro Ribeiro Conceição

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