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Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

© António Freitas

A Casa das Artes é o Teatro Municipal de Vila Nova de Famalicão, equipamento inaugurado em 2001, cuja missão se define através da criação, fruição e apresentação de projetos artísticos e culturais, de todos e para todos.
O edifício, localizado no centro urbano da cidade, é obra do arquiteto Pedro Ramalho. Nas paredes, o artista plástico Ângelo de Sousa introduziu elementos de cor que evocam ondulantes fitas festivas. Existe estacionamento automóvel coberto e exterior.

O equipamento está dotado de áreas que podem acolher individual ou sinergeticamente eventos culturais/espetáculos: Grande Auditório (496 lugares) – sala principal para ópera, teatro, dança, concertos, cinema, conferências; Pequeno Auditório (124 lugares) – sala/estúdio versátil para teatro, recitais, música de câmara, cinema, conferências, debates; Café-Concerto (50 lugares) – variedades, concertos, teatro, conferências, debates; Foyer – espaço para exposições, concertos e atividades performativas; Sala de Ensaios (30 lugares) – residências, estágios, pequenos espetáculos e reuniões.

A Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão procura e estabelece várias parcerias, sejam elas privadas ou públicas, no sentido de continuar a formar públicos, promover e desenvolver as linguagens artísticas, aumentar o sentido crítico individual e coletivo. A filosofia seguida na programação tem uma base triangular: 

1º vértice - Da Comunidade/para a Comunidade – sob o título Casa das Artes e Envolvente: desenvolve trabalho de Serviço Educativo (workshops, ateliers, visitas guiadas e programação infantil), parcerias de espaços, parcerias artísticas e coproduções.

2º vértice - Erudição é desenvolvimento: linha de programação que valoriza e propõe projetos no âmbito da cultura erudita. Desenvolve a criação e apresentação de projetos artísticos eruditos, nas áreas da dança, música, teatro, artes plásticas e performativas.

3º vértice - O encontro dos extremos: configura uma terceira linha programática que projeta a Casa das Artes como espaço plural e eclético. Propõe a apresentação de projetos artísticos de grande público e, em simultâneo, numa relação quase paradoxal, de projetos artísticos alternativos e experimentais para públicos com interesses diferenciados e mais focalizados.
 

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